CLORO | 1o mergulho / Chlorine| 1st immersion

Peça audio-guiada para piscinas / Audio-guided piece for swimming-pools – 2015

CLORO, 1o mergulho (English below) 

Primeira etapa da pesquisa que culminará na  audiopeça para piscina “CLORO”. Livremente inspirada na HQ  “O gosto do cloro”,  do autor francês Bastièn Vives,  e completamente influenciada pela urgência, sustos e agouros vivenciado pelos paulistanos devido ao colapso hídrico atual.

SINOPSE

Passado, presente e futuro se misturam num espiral de sons e imagens. No passado, três jovens que não se conhecem encontram-se todas as quartas-feiras para uma aula de natação. Partilhando mergulhos, sonhos e silêncios. No presente, os mesmos jovens agora já um pouco íntimos e nadadores confiantes, procuram o que fazer em meio a tardes quentes, com as piscinas quase vazias, numa cidade em estado de atenção. No futuro, isolados em seus apartamentos, numa metrópole destruída e seca, gravam depoimentos para a posteridade.

Aos poucos sabemos que a solidão não surge apenas representado na piscina do clube particular do passado ou do presente, mas também nas grades das escolas, nos condomínios fechados, nas grades dos prédios. O estado de tensão corporificada pela cidade grande permanecera inalterado. Um futuro de retorno a eclosão. A piscina representa(va) o respiro e agora?

“Cloro” acontece em piscinas como um roteiro audioguiado. O público recebe um receptor de rádio e fones de ouvido e também participa de uma tarde de quarta-feira – no passado, no presente, no futuro. Todos juntos num mesmo espaço, mas com sua individualidade – solidão? – aguçada pelo fone-de-ouvido.   As mágicas tardes da juventude misturam-se com as tardes acizentadas do presente e o cataclisma do futuro.

A piscina, naquelas mágicas tardes de quarta-feira, era o limite de um “mundo novo” e a água, portal para o aguçar das percepções, sensações e emoções. No equilíbrio tênue entre prender e soltar a respiração, eles adentravam a vida adulta. Já nesse novo encontro, a lembrança da piscina perdera a doçura … ou seria a vida que ganhara muitas rugas na cidade desertificada

CHLORINE, 1st immersion

In CLORO,  past, present and future are mixed in a spiral of sounds and images). The audience gets a radio receiver and headphones and also participates on a Wednesday afternoon when the three young people get to know each other . The audio device in a headset is a potent portal to imagination, since it can audibly “take” participant to other worlds, situations, times . As well as allowing the audience to move through space and interact with the situations (being choreographed by audio). Viewers will also become frequenters of the pool and participate in the “inside” narrative. In the audio, the voices of the three young people unfold in voices of young adults and middle-aged adults ); the voices – and the times – come and go, overlapping themselves, giving shape to the spiral of time. The magical afternoons of youth mingle with the greyish afternoons of the present and the cataclysm of the future. Could the pool memory have lost its sweetness or would it have been the life that had gained many wrinkles in the deserted city?

2016

January – 4 sessions – Clube Escola Guarani – São Paulo (BR)

2015

December- 10 sessions – CEU Heliópolis – São Paulo (BR)

 Editas & Fomentos / Awards and Incentives

  • ProAC 8- PRODUÇÃO DE ESPETÁCULO INÉDITO E TEMPORADA DE TEATRO / PRODUCTION OF INDEPENDENT SPECTACLE AND THEATER 2014

Ficha-Técnica / Cast & Crew

Idealização, Direção e Mapa de Dramaturgia Conception, Direction and Dramaturgy Map Mariana Vaz Texto Text: Ricardo Inham Assistência de Direção: Monique Maritan  Com: Ricardo Henrique, Pedro Stempniewski e Stella Garcia | Edição de Som e Trilha Sonora: Felipe Julia e Pablo Mendonza Produção: Ariane Cuminale Uma realização do pOleirO dO bandO 

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FAMÍLIA FORMIGUEIRO CASA CONDOMÍNO / Family Anthill House Condominium

Peça infanto-juvenil Children’s Play – 2015

pOleirO dO bandO

FAMÍLIA FORMIGUEIRO CASA CONDOMÍNIO (English below)

É o primeiro trabalho do pOleirO dO bandO (com texto e direção de Mariana Vaz) direcionado principalmente às crianças.

BICA, DEDÉ e são amigos e moram no mesmo condomínio, no Bloco A. A BICA mora com a mãe e com o Henry. Como a mãe dela nunca tá em casa, a Bica passa muito tempo na portaria, conversando com o Chico ou brincando com a Fê e com o Dedé. Hoje a Bica teve uma ideia incrível e tá muito animada: fazer um filme documentário sobre as famílias do condomínio! Ela já tem o equipamento, mas vai precisar de ajuda pra fazer o roteiro. A tem três casas, rodinha nos pés e conhece muito sobre famílias. Metade da semana, ela mora com a mãe num apartamento no condomínio e a outra metade, ela mora na casa do pai, que tem até jabuticabeira no quintal. Às quartas-feiras, ela mora na casa da Déa. Quarta é o dia mais legal da semana: eles sempre comem pizza e tem que tomar banho rápido, pois a água acaba. O DEDÉ tá intrigado com esse papo de família. Ele mora com o pai, a mãe, a irmã, o irmão e o minhocário. Ele é o caçula e divide o quarto com o irmão do meio, então ele prefere passar bastante tempo no jardim, escrevendo no seu caderno do dia. Outro dia, passeando pela grama, ele descobriu o formigueiro: será que o formigueiro é uma casa, com uma família?

BICA, DEDÉ e convidam você a compartilhar sua jornada lúdica de descobertas… Tomara que você tenha a sorte de acompanhá-los na expedição pelas ruas subterrâneas das formigas!

Family Anthill House Condominium

It is the first play by pOleirO dO bandO company( text and direction by Mariana Vaz) addressed (mostly) to children.

Bica, Dedé, and Fê are friends and live in the same condominium. Driven by a lot of curiosity (and a school homework), they begin a journey that will lead them to the subterranean streets of ants and discover the plurality of arrangements, combinations and shapes that fall within the word “family.” The piece arises from the urgency of approaching this theme in a plural, playful and porous manner, avoiding pedagogical, dogmatic or moralizing strategies and purposes.

2016

October – 10 sessions – Sesc Bom Retiro – São Paulo (BR)

Jul/Aug – 12 sessions – Teatro Alfredo Mesquita – São Paulo (BR)

June – 4 sessions – PAIDEIA Associação Cultural – São Paulo (BR)

May – 4 sessions – CEU Butantã – São Paulo
(BR)

Mars – 4 sessions – CEU Heliopolis – São Paulo (BR)

Editas & Fomentos / Awards and Incentives

  • PRÊMIO ZÉ RENATO de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo/ Award to support the production and development of theatrical activity for the city of São Paulo ( 2015).
  • ProAC 30 – PROMOÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS COM TEMÁTICA LGBT / PROMOTION OF CULTURAL MANIFESTATIONS WITH LGBT THEME 2014

 

Texto e Direção Text and Direction Mariana Vaz | Criação e atuação Creation and Acting Monique Maritan, Pedro Stempniewski e Stella Garcia| Trilha Sonora Sound Track: Natalia Mallo| Luz: Júnia Magi| Cenário Scenario : Eliseu Weide e Mariana Vaz | Figurino e Adereços : Eliseu Weide | Fotos Photos: Cacá Bernardes 

TÃO PESADO QUANTO O CÉU / As heavy as the sky

Peça-teatral / Play – 2013

pOleirO dO bandO

Tão pesado quanto o céu (English below) 

Dois homens – dois? – em um ponto de ônibus. Entediados, assistem a monótona dança dos pássaros nos fios de alta tensão. Em discurso fragmentado, clipado e telegráfico, a quase-fábula vai-e-vem sem ápices, em uma progressão ofegante. O ponto-de-ônibus, o fio de alta tensão e a ponte são a beira do abismo nesse ‘realismo fantástico apático’. O padrão rítmico e a densidade de textura das palavras modulam e manipulam tempo e espaço; em diálogos rápidos e cortantes capturam cotidianos vazios. Progressivamente, delineiam a permanente ambigüidade a respeito do que é real e do que não é.

As heavy as the sky

It is the first play by pOleirO dO bandO company ( text by Ricardo Inhan and directed by Mariana Vaz)  It was nominated for the Aplauso 2014 Award in the categories “Best Ensemble”, “Best Group Show”, “Best Dramaturgy” and “Best Soundtrack” and for the R7 2015 Award in the categories “Best Dramaturgy” and “Best Scenography”.

Two men – two? – standing at a bus stop. As or, better, more bored than any bird that lands on the high tension wires of this city. Have you ever thought of jumping from that bridge? It’s heavy around here. Anti-heroes expect something spectacular to happen while watching the dance of the birds. When did the weight begin?

2016

July – 9 sessions – Teatro Alfredo Mesquita – SP (BR)

June – 2 sessions – PAIDEIA Associação Cultural – São Paulo

May – 2 sessions – CEU Butantã – São Paulo

March – 2 sessions – CEU Heliopolis – São Paulo

2014


Oct/Nov – 9 sessions – Funarte SP – São Paulo – SP

2013 


Oct/Nov – 18 sessions – Teatro Cacilda Becker – São Paulo – SP

September – 2 sessions – Teatro Arthur Netto – Mogi das Cruzes – SP

September – 2 sessions – CEU Casa Blanca – São Paulo – SP

August – 2 sessions – ELT – Escola Livre de Teatro – Santo André – SP

August – 2 sessions – CEU Campo Limpo – São Paulo – SP

Editas & Fomentos / Incentives and Awards

  • PRÊMIO ZÉ RENATO de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo / support the production and development of theatrical activity for the city of São Paulo  2015).
  • Edital SMC 02/2013 – Ocupação Teatros Distritais da Prefeitura de São Paulo / Occupation District Theaters of São Paulo City Hall
  • Primeiras Obras de Produção de Espetáculo e Temporada de Teatro / Support for the creation of first works in Theather 2012

Indicações a Prêmios / Nominations: 

Indicações do espetáculo TÃO PESADO QUANTO O CÉU [peça HQ]:

– PRÊMIO APLAUSO BRASIL 2014 (indicações): Melhor Elenco, Melhor Espetáculo de Grupo, Melhor Dramaturgia e Melhor Trilha  / nominations “Best Ensemble”, “Best Group Show”, “Best Dramaturgy” and “Best Soundtrack”

– PRÊMIO R7 2015 (indicações): Melhor Dramaturgia e Melhor Cenografia/ (nominations) Best Dramaturgy” and “Best Scenography

Texto Text: Ricardo Inhan Direção Direction: Mariana Vaz Assistência de Direção Assistant Director: Stella Garcia  Com With: Pedro Stempniewski e Ricardo Henrique Cenário Scnenario: Mariana Vaz e José Silveira